Previdência privada vale a pena?

 

A previdência privada é uma forma mais prática de poupar e rentabilizar o seu dinheiro tendo como objetivo uma aposentadoria mais tranquila.

Estamos falando de aposentadoria, portanto o prazo para tal aplicação é de longo prazo. Atualmente, no Brasil, temos vários tipos de previdências.

Tanto os grandes bancos (Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e Santander) quanto às instituições menores, seguradoras e outras oferecerem esses produtos no mercado.

Observando isso, devemos manter as atenções com relação a taxas, formas de aporte e até dados com relação à tributação!

Tudo isso pode impactar em seu plano de previdência, além de impactar até em sua declaração de imposto de renda anual!

Portanto a previdência privada pode ser sim algo prático, porém devemos analisar todos os pontos antes de adquirir um plano.

Previdência privada ligada a previdência social?

Não! Os planos de Previdência Privada não possuem relação alguma com a previdência social. Na verdade, é comum falar que a previdência privada, funciona como uma forma complementar de previdência.

Isso acontece uma vez que a renda principal para muitos brasileiros será oriunda da previdência social. Sendo assim, a previdência privada serve para complementar a renda do aposentado.

Se isso é algo correto ou não, somente o tempo dirá. Se o investidor poupar pouco, e o plano de previdência não fornecer rendimento suficiente para multiplicar o patrimônio do investidor, então consequentemente será mais difícil conseguir uma renda alta com sua previdência privada.

Mas felizmente tudo isso pode ser analisado com antecedência. Mas antes de analisar rendimentos, taxas e demais itens que fazem parte dos planos de previdência, existe um detalhe que é importante! Temos que optar se o plano será PGBL ou VGBL!

Diferenças entre PGBL e VGBL.

Os planos de previdência privadas são separados em duas formas de tributação. Primeiro temos os planos VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres).

Os planos VGBL são mais indicados para aqueles que fazem a declaração de imposto de renda de forma simplificada.

Ou seja, para os contribuintes que não se beneficiam das despesas, e, portanto, acabam recorrendo à forma simplificada na declaração anual de IR, os planos VGBL são os mais indicados.

A explicação para isso é fácil. No plano VGBL o contribuinte não poderá deduzir da sua base de cálculo os valores aportados no plano de previdência!

Já nos planos PGBL, essa opção de abater até 12% da base de cálculo do imposto de renda existe. Lembrando que esse limite de 12% se refere à renda bruta do contribuinte.

Então se o contribuinte faz a declaração completa, os planos PGBL seriam os mais interessantes. Vale destacar outro ponto sobre os planos VGBL e PGBL.

Ao optar pelo VGBL, o investidor vai tributar somente os seus rendimentos. Ou seja, ao resgatar o valor da previdência, somente será tributado o valor referente aos rendimentos.

No caso do PGBL não há distinção. A tributação ocorre sobre o valor referente ao resgate. Mesmo que boa parte do valor seja referente ao aporte, todo o valor será tributado.

Dando continuidade a essa parte do artigo, vamos falar de outro aspecto da tributação dos planos de previdência privada! Os panos podem ter a retenção de IR regressiva ou progressiva.

Aqui temos mais alguns detalhes que podem beneficiar ou não o contribuinte. Ao optar por um plano com retenção de IR progressiva, o investidor vai contar com uma retenção de 15% sobre o valor resgatado.

Ou seja, mesmo que o cliente queira resgatar todo o saldo do seu plano, após 6 meses de investimento, a retenção de IR será de 15%.

Lógico, que aqui mora um detalhe. Ao optar pela forma progressiva, o investidor deverá informar na declaração de imposto de renda o valor resgatado (se houve resgate) na área onde o contribuinte já informar rendimentos recebidos por pessoas jurídicas.

Uma vez que esse valor vai fazer parte dos ganhos tributáveis. Portanto, se o contribuinte acabar tendo valores altos nessa parte de recebimentos tributáveis, é possível que ao final da declaração, o mesmo tenha uma guia a pagar.

Coisa que pode ser mais difícil de acontecer quando tratamos do imposto de renda regressivo. Nessa situação a alíquota de IR começa em 35% e vai caindo até 10%! Segue tabela com as alíquotas e os períodos:

Regressiva

Pode parecer menos interessante em comparação com a alíquota do IR progressivo, porém, se o investidor permanecer mais tempo aplicado no plano, ai sim, teremos uma situação diferente.

Ao optar pelo progressivo, o investidor estará dando preferência para uma aplicação de curto a médio prazo, já ao investir no plano com uma tributação regressiva, o investidor estará focando em um planejamento de longo prazo.

Ou seja, no plano regressivo o investidor deve permanecer aplicado o máximo de tempo possível. Desse modo, o investidor terá mais chances de alcançar a alíquota de 10%.

Além disso,  na declaração anual de IR, ao optar pelo plano regressivo, o contribuinte vai lançar os valores dos resgates do plano na aba de rendimentos sujeitos a tributação exclusiva ou definitiva. Portanto, esses rendimentos não vão fazer parte da sua base de cálculo! Melhor não é?

Enfim, para conseguir encontrar a melhor alternativa, o leitor terá que estudar muito bem o plano.

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O que são os Fundos Imobiliários?

Viver de renda pode ser um dos maiores sonhos de boa parte dos brasileiros. Porque não, das pessoas do mundo inteiro.

Investir em imóveis, e assim, conseguir extrair uma boa renda mensal! Sem muito esforço e tão pouco trabalho, parece ser uma ótima ideia, para complementar a aposentadoria, não é mesmo?

Ainda mais quando estamos prestes a registrar certas mudanças na aposentadoria aqui no Brasil. Mas a compra do imóvel, pode ser algo bem complicada e demorada.

Em algumas regiões do Brasil, uma casa geminada não sai por menos de R$ 150.000,00. Um valor muito alto.

Não são todos os brasileiros que conseguem extrair uma renda de R$ 150.000,00 por ano, imagina conseguir poupar esse valor para investir em um imóvel e assim, viver de renda.

Praticamente impossível. Ainda mais, quando observamos casos de pessoas e famílias que vivem com um salário mínimo, ou de repente até dois.

Se já é difícil comprar uma casa para viver, imagina a compra da segunda casa, pode ser que leve uma vida inteira!

Observando isso, existe uma alternativa de investimento, que pode oferecer condições semelhantes à compra do imóvel!

Os fundos imobiliários

Ao comprar uma cota de fundo imobiliário (FII) o investidor está comprando um tijolo do empreendimento, ou de repente um pedaço da participação em uma CRI.

Portanto, a renda conquistada com o aluguel ou venda do determinado imóvel, como a renda do papel com lastro, acabam sendo distribuídas aos cotistas do fundo, que nesse caso, é você.

Então, ao investir em fundos imobiliários, você estará comprando um pedaço do empreendimento e assim se beneficiando dos lucros que o mesmo pode gerar. Além de uma eventual valorização no mercado.

Como funciona o investimento em FII?

Para conseguir comprar cotas de FII, você terá que contar com uma conta em alguma corretora e investimento.

Pode ser a corretora oferecida pelo seu banco, ou as corretoras independentes. Com relação às corretoras independentes, existem várias opções de corretoras que trabalham com isenção de taxas quando o investimento é FII.

Sendo assim, o investidor fica sem pagar taxa de corretagem e tão pouco custódia para investir nos FII.

O lote padrão de FII é de uma cota. Ou seja, ao invés de ser obrigado a comprar lotes de 100 ações, ou 10 ETF, o investidor, no mercado de FII, pode adquirir uma cota.

Sendo assim, não há a figura do mercado fracionado para os FII. O investidor pode comprar uma cota e está tudo ok.

O valor médio das cotas de FII no mercado gira em torno dos R$ 100,00. Então, se você conta, com pelo menos, R$ 100,00, já é possível investir em FII.

Quais tipos de FII no mercado?

Existem vários! Temos os FII que investem em propriedades. Como edifícios comerciais, lajes corporativas, empreendimentos logísticos, shopping centres entre outros.

Esses são FII que investem diretamente no tijolo. Então, ao comprar cotas de um FII assim, você estará se posicionando em um FII com imóvel físico e em funcionamento.

Mensalmente, é habitual, que esses FII liberem relatórios administrativos, assim, você como bom cotista, pode analisar o desempenho do fundo e do empreendimento em si.

Qual é vacância do empreendimento? Quais são os novos inquilinos? Qual será o valor da distribuição do mês? Entre outros dados.

Tudo isso pode ser analisado por meio do relatório gerência! Uma das vantagens de investir em FII que possuem propriedades físicas em seus portfólios é a possibilidade de ganho com as vendas e negociações envolvendo os imóveis.

Vira e mexe, algum fundo consegue realizar uma venda registrando uma boa margem de lucro. Quando isso acontece o FII tem a capacidade de distribuir os valores aos seus cotistas por meio de uma amortização de cotas.

Desse modo, parte do valor patrimonial do fundo é reduzida e assim os cotistas consegue extrair os seus ganhos.

Uma das desvantagens de investir em FII que possuem imóveis em sua carteira e eventual vacância.

Muitos desses FII acabam passando por momentos de “vacas magras” e assim, a quantidade de inquilinos pode baixar e consequentemente o valor das distribuições também.

Desse modo, o investidor acaba ficando sem aqueles ganhos, e naturalmente, o valor das cotas no mercado podem sofrer uma depreciação maior.

FII que investem em papéis e outros FII

Depois ainda temos outros dois tipos de FII, que podem funcionar como derivados de FII;

  • Fundos que investem em papéis atrelados a imóveis como é o caso do CRI. F
  • Fundos que investem em outras cotas de FII, como é o caso dos “fundos de fundos”.

Esses dois tipos de FII, são extremamente interessantes, porque em sua grande maioria, eles trabalham com uma grande quantidade de ativos, gerando uma maior diversificação na carteira e eventual segurança.

Em caso de problemas com um dos papéis, por exemplo, todos os outros que compõem a carteira estariam “seguros” evitando perdas maiores aos investidores.

Outra coisa que pode ser bem interessante com relação a esses fundos, as distribuições, geralmente, se mantém mais constantes do que os fundos que possuem empreendimentos em suas carteiras.

Ou seja, os fundos de fundos e os fundos que investem em papéis com lastro em imóveis, possuem um pouco mais de estabilidade e contam com boa diversificação de ativos.

 

 

Risco dos Bancos!

Por mais que existe FGC (Fundo garantidor de Crédito) cobrindo investimentos de até R$ 250.000,00 por CPF e instituição, os bancos ainda sim, possuem seus riscos.

Se não fosse pelos riscos, diferentes para cada instituição, os bancos simplesmente poderiam emitir títulos com rendimentos similares, sem diferença alguma.

Porém os bancos oferecem riscos aos investidores. Por isso é preciso ficar atento onde investimos o nosso dinheiro.

Como identificar os ricos?

São várias as formas que existem para identificar se um banco possui mais risco ou não. Dentre as mais conhecidas, temos as agências de ratings.

As empresas de ratings dão notas para países e instituições financeiras, além é claro, de empresas em geral.

Através dessas notas é possível avaliar se determinada empresa possui capacidade para honrar suas dívidas, e se a mesma possui uma situação saudável.

Atualmente, as corretoras oferecem plataformas de produtos de renda fixa aos seus clientes. Em muitas dessas plataformas, existem títulos que possuem um rating.

Lembrando que temos o rating voltado ao mercado Brasileiro, e um rating voltado ao mercado internacional.

Segue tabela com as notas de cada uma das principais agências de rating:

risco

Como está descrito na imagem, os títulos que possuem letra AAA, Aaa são os papéis com maior grau de investimento, ou seja, os mais seguros.

Depois temos a redução desse grau de investimento chegando até o D, C que nesse caso são os títulos com o maior risco de inadimplência.

Por mais que o FGC exista, não podemos baixar a guarda! Fique atento! Uma alternativa interessante é diversificar!

Sendo assim, pense bastante antes de investir!

Simulando estratégias.

Nesse artigo, vamos realizar alguns exemplos de investimentos.  Sendo que nessa floresta de investimentos, os 100% do DI não são o máximo.

O que estou querendo dizer é que existem produtos com rentabilidade superiores e que podem ser facilmente adquiridos.

Podemos falar aqui sobre os CDBs de pequenos bancos, ou de fundos e investimento em crédito privado.

Esses dois  produtos podem oferecer aos clientes rentabilidade equivalente ou superior aos 110% do DI.

Portanto, ao invés de conceder aos investidores algo próximo dos 6,39% ao ano (DI atual), a rentabilidade poderia chegar aos 7,02% ao ano!

Vamos trabalhar com um exemplo levando em consideração essa rentabilidade!

CDB com 110% do DI!

Como vimos anteriormente, existem algumas opções disponíveis no mercado que podem nos oferecer rendimentos similares ou superiores aos 110% do DI.

Investindo os mesmos R$ 10.000,00 em um fundo de investimento com tais características, em um prazo de 10 anos, o investidor teria um saldo de R$ 14.190,35!

Lembrando que esse saldo é bruto! O valor líquido (caso o investidor resgatasse o valor total) seria de R$ 13.561,79 (retenção de 15% de IR).

Esse valor ainda seria 11,60% superior a rentabilidade do investimento em ativos com 100% do DI. Comparado a poupança, a rentabilidade seria ainda maior.

É preciso destacar que ativos que oferecem rendimentos superiores aos 100% do DI, podem oferecer mais riscos ao investidor.

Estamos falando de letras, títulos e ativos de instituições menores. Esses investimentos também podem conter um período maior para o vencimento. Ou seja, o investidor não terá a alternativa de liquidar a posição antes do vencimento.

Por isso, ao analisar tais ativos, o investidor deve realizar algum teste para identificar o seu perfil de investidor.

A XP Investimentos é uma das corretoras que faz esse tipo de teste. Principalmente para aqueles que estão iniciando no mercado, conseguir identificar quais são os seus verdadeiros objetivos, é algo essencial!

Períodos maiores de investimento

Até agora o leitor viu vários exemplo falando sobre diferentes rentabilidades. Começamos com a poupança, mostramos os impactos da inflação, depois os 100% do DI, e por último os 110% do DI. Mas se o período de investimento fosse maior do que os 10 anos? Será que a rentabilidade seria maior?

Sim! Com certeza! Vamos dizer que ao invés de deixar 10 anos em fundo que ofereça rentabilidade de 110% do DI, o investidor deixou 30 anos! A rentabilidade dos R$ 10.000,00 iniciais será de R$ 57.539,50.

O valor líquido de imposto de renda seria de R$ 50.408,57. O rendimento em 30 anos seria de aproximadamente 404% líquido de imposto de renda!

Podemos ver que o tempo é um fator determinante quando o assunto é rentabilidade. Ao passar mais anos aplicado, o seu dinheiro pode gerar ainda mais ganhos.

A rentabilidade atrelada ao seu investimento também é determinante para isso. Mas e o valor aplicado? Será que se eu aumentar o aporte inicial, haverá ganho maior?

Aumentando o aporte!

Vamos fazer uma simulação com as mesmas características da anterior, porém, agora, ao invés e R$ 10.000,00, o investidor vai aplicar R$ 50.000,00!

O saldo final seria de R$ 287.697,49! Esse valor ainda é bruto, o valor líquido seria de R$ 252.042,87!

A rentabilidade permanecerá em 404%, uma vez que não houve alteração no tempo do investimento e nem na rentabilidade de 110% do DI.

Portanto, ao alterar o aporte inicial, mostramos aos leitores a possibilidade de aumentar ainda mais o patrimônio. Vamos imaginar que ao invés de R$ 50.000,00, o investidor estivesse aplicando, o valor da venda de uma residência. Por exemplo, uns R$ 300.000,00.

Esse valor poderia facilmente alcançar a marca dos milhões de reais em questão de 30 anos aplicados. Nada mal, não é mesmo?

O que são Criptomoedas?

Um dos ativos mais falados do momento! As criptomoedas surgiram como uma nova alternativa de investimento!

As criptomoedas são similares a outros ativos como o; Dólar, Ouro, moedas em geral e metais preciosos.

A semelhança das criptomoedas com relação às moedas e os mentais está relacionado às seguinte característica.

Esses ativos não conseguem gerar riquezas aos seus investidores. Diferente das ações ou fundos imobiliários, que conseguem gerar lucros, realizar distribuições, além, é claro, de se valorizarem no mercado.

As criptomoedas, os metais e as divisas acabam gerando ganhos aos investidores através somente de suas valorizações.

Então se o investidor pagar mais pelo Bitcoin, por exemplo, aqueles que possuem a criptomoedas acabam se beneficiando da valorização do ativo.

Mesma coisa acontece com o dólar e com o ouro por exemplo. É tudo guiado pela lei da oferta e procura.

Mas porque as criptomoedas ganharam tanta notoriedade?

Diferente dos outros ativos que já mencionamos, as criptomoedas podem ser negociadas em frações de  segundos, independente de conta bancária, de home broker ou de qualquer outro tipo de meio tradicional de negociação.

Essa mobilidade que as criptomoedas oferecem aos investidores é única. O leitor já tentou transferir dólares aqui do Brasil para outro país?

É possível não é mesmo? Mas o cidadão só consegue transferir a moeda americana para outro país, fechando o valor do câmbio do dia.

Ou seja, não é possível manter uma posição em dólares em sua conta corrente por exemplo. Muito menos em ouro.

Mas com as criptomoedas, o investidor nem sequer precisa de conta bancária! Hoje, se uma pessoa estiver interessada em comprar algo no Ebay, o pagamento pelo produto só poderia ser feito meio do PayPal, transferência bancária ou quem sabe através do cartão de crédito internacional.

Se o Bitcoin estivesse sendo liberado para todas essas plataformas, o envio da criptomoedas poderia ser feito sem nenhum intermediário bancário, por exemplo.

Lógico, tanto a pessoa que está enviando os Bitcoins, quanto à pessoa que está recebendo, deverá ter uma espécie de carteira virtual, para armazenar as criptomoedas.

Mas a transferência em si, é independente de qualquer tipo de burocracia financeira conhecida.

Agora vamos falar um pouco sobre o Blockchain

O Blockchain, ou a cadeia de blocos é utilizada para validar as transferências entre os usuários, sendo que o Blockchain que oferece mais segurança a toda rede de criptomoedas e as respectivas transferências.

Sem dúvidas, a mobilidade das criptomoedas, é uma das coisas que mais chama atenção daqueles que investem e vêm as moedas digitais como o futuro das meodas.

Então vamos recapitular algumas características das criptomoedas;

  • As moedas digitais são uma espécie de chave virtual
  • As criptomoedas devem ficar em uma carteira virtual
  • Essa carteira pode ser tanto online quanto offline
  • As transferências das criptomoedas, geralmente são realizadas através do Blockchain
  • Sendo que a cadeia de blocos é mantida e desenvolvida pelos próprios usuários.

As criptomoedas são seguras?

As criptomoedas que levarem em consideração os Blockchain para estruturar duas transferências entre usuários são criptomoedas seguras!

Como já mencionamos as transferências de bitcoin, por exemplo, se dão através dos Blockchains.

Quem alimenta essa cadeia de blocos são os próprios usuários da criptomoeda. O leitor consegue compreender?

As criptomoedas, em sua essência, são uma espécie de moeda virtual totalmente descentralizada.

Em sua grande maioria, as criptomoedas não possuem alguém, ou alguma entidade que regulamenta ou alimenta o sistema. São os próprios usuários que realizam essa “manutenção” da rede.

Sendo que os Blockchain já são utilizados até por bancos. E não estamos falando de bancos pequenos, o Santander já chegou a divulgar em comerciais na TV que utiliza em suas transações no exterior o Blockchain.

Em outras palavras, podemos dizer que são os próprios usuários das criptomoedas que acabam gerando a segurança das mesmas.

 

Corretoras dos bancos ou Corretoras independentes?

Abrir conta em uma corretora do próprio banco é a forma mais prática de começar a investir. O cliente pode inclusive abrir a conta através da internet.

Lógico, observando que já é cliente do banco. Mas existem alguns problemas, na verdade observações. Comparado às corretoras independentes, as corretoras de bancos oferecem serviços mais caros.

Só para título de comparação, ao investir em uma letra do Tesouro Direto, o investidor pode ser obrigado a pagar uma taxa administrativa. Existem diversas corretoras independentes que não cobram tal taxa já as corretoras de bancos…

Por esse motivo, talvez seja interessante procurar por outras instituições, e averiguar se não seria melhor abrir uma nova conta.

As corretoras independentes como já foi mencionado, possuem taxas mais atraentes aos investidores. Desde taxa administrativa “free” até isenção na taxa do TED!

É importante mencionar que a corretora independente funciona quase como um banco. Para investir através dessas instituições o cliente vai precisar enviar o seu dinheiro para a sua conta na corretora.

Ou seja, vai precisar fazer um TED, enviando os recursos necessários, e depois, quando o saldo estiver em sua conta na corretora, realizar a compra dos títulos.

Outra coisa importante! Dependendo da corretora escolhida, o investidor terá a opção de comprar os títulos através dela (corretora integrada) ou comprar os papéis através do site do Tesouro.

Normalmente as negociações ocorrem através do site do Tesouro. Lá existe uma espécie de área do investidor, onde é possível ter acesso com um login e uma senha (o login no caso é o CPF do usuário) enquanto a senha é fornecida pela corretora.

Se no momento de abertura da conta a corretora não providenciar a senha, é preciso entrar em contato com a mesma.

Vale lembrar que a abertura de conta em uma corretora independente, hoje em dia, é uma tarefa muito fácil, e não exige deslocamento até um escritório da mesma, por exemplo.

Tudo pode ser feito online, sem perder tempo! As corretoras geralmente oferecem um chat online.

Dependendo da instituição, existe até  o “0800” também.  Vamos voltar às compras e vendas dos títulos!

Como eu havia mencionado, existem duas possibilidades, corretoras integradas e corretoras que não são. Um exemplo de corretora integrada é a Easynvest.

Ela oferece a possibilidade de comprar, vender e até agendar suas negociações pela plataforma da própria corretora.

Além de ser praticamente livre de taxa. Ao menos no caso do Tesouro Direto, existe as isenções de taxa administrativa, e o TED (para resgate de valores) é de graça!

Existem outras corretoras que oferecem isenção das taxas, mas infelizmente o investidor vai precisar ir até o site do Tesouro Direto, realizar as compras.

O procedimento não é complexo, mas ter que conferir a conta na corretora para depois ver se existe saldo e ai comprar os títulos no site do Tesouro, pode acabar incomodando um pouco.

Mas nada que possa mudar a ideia daqueles que estão prestes a ver os benefícios dos títulos públicos!

Só para complementar essa parte, no próprio site do Tesouro Direto, existe uma área onde os investidores podem consultar as corretoras credenciadas e quais são as taxas praticadas pelas mesmas.

Além de conhecer as corretoras, o investidor vai saber as taxas administrativas! Isso é uma ótima alternativa na hora de evitar a abertura de uma conta em alguma corretora “fake” ou de alto custo.

Analisando cada um desses pontos que abordamos no artigo, você poderá escolher melhor qual corretora optar, independentes ou as de banco.

Fundos de Investimento

Os fundos de investimento são formas de investimento bem interessantes e seguras. O interessante fica por conta de passar para uma instituição a gestão de valores.

O funcionamento de um fundo é bem simples. O investidor pode escolher um fundo em qualquer tipo de plataforma de investimento. Desde as corretoras até os bancos convencionais oferecem fundos de investimento. Depois será preciso realizar um investimento, comprando cotas desse fundo.

O investidor terá o seu valor investido transformado em cotas do fundo, de forma bem similar com o mercado de ações. Quando compramos ações estamos transformando nosso dinheiro em ações de uma empresa.

Lógico, essas ações ou cotas (no caso dos fundos de investimento) valem dinheiro e interessam tanto o mercado (bolsa – ações) quanto o fundo (cotas  do fundo de investimento).

Então o investidor de determinado fundo de investimento, deve ficar atento à lâmina do fundo, para observar como funciona a questão de resgate. Se o fundo oferece a possibilidade de resgate sem restrições, é possível fazer a retirada a qualquer hora.

A valorização do dinheiro do investidor passa diretamente pela valorização das cotas. Então ao verificar que a sua aplicação subiu 1%, esse 1% terá aumentando o valor das cotas, que consequentemente vai valoriza o seu dinheiro.

Estando atento a esses pontos, acredito que não haverá grandes problemas ao investir em fundos de investimento.

Caso o leitor esteja interessado, temos mais conteúdos nas abas do site! Dentre os conteúdos, temos o Guia de Fundos Imobiliários!